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![]() | Camiseta Jean - Claude Rude
Até onde um ser humano pode ir quando o limite deixa de importar?
Se você chegou até aqui, entenda: isso não é ciclismo. É obsessão. Em 1978, algo fora do comum aconteceu. Enquanto a maioria buscava performance dentro das regras, Jean-Claude Rude decidiu ir além. Muito além. A proposta era simples — no papel: atingir a maior velocidade possível em uma bicicleta. Na prática? Era desafiar o próprio corpo em um cenário onde qualquer erro não teria margem. |
![]() | O papel da máquina!
Para tornar isso possível, ele não estava sozinho.
À frente, um carro de corrida conduzido por Henri Pescarolo, nome já consolidado nas pistas. O modelo utilizado para tal feito, foi um brutal Porsche 935. A função? Cortar o vento, criar um vácuo, abrir caminho para que um ciclista pudesse ultrapassar velocidades consideradas impossíveis. |
![]() | O momento.
A bicicleta acelera. O corpo vibra. O mundo ao redor desaparece.
Velocidades acima de 150 km/h, apenas com força humana. Sem motor, sem proteção real, sem espaço para hesitação.
E então, o limite responde.
O pneu não suporta… falha. A tentativa termina antes do recorde oficial.
Mas é aí que a história começa.
Porque isso nunca foi sobre números. Foi sobre ir até onde quase ninguém tem coragem.
O que torna isso um ícone?
Não foi vitória. Foi ousadia. Foi a decisão de testar o impossível com o próprio corpo como limite. |
![]() | O que você está vestindo?
Não é uma bicicleta. Não é um carro.
É um experimento levado ao extremo. É o encontro entre homem e máquina, no ponto onde ambos são levados ao limite. Isso não foi feito para ser seguro. Foi feito para ver até onde dava. |